RS: descarte irregular de lixo é um desafio para Passo Fundo

Professor Resíduo
08:30:AM - 30/Jan/2019
RS: descarte irregular de lixo é um desafio para Passo Fundo
Crédito: Arquivo/ON

Descarte irregular é comum em áreas verdes da cidade

30/01/2019| 08h30

Em 2018, mais de R$ 243,2 mil foram gastos só com o destino de resíduos urbanos, apenas para o descarte em Passo Fundo. Segundo o secretário da Secretaria de Transportes e Serviços Gerais (secretaria responsável pelo recolhimento de todo o lixo descartado em vias públicas), o desembolso é maior para remover os resíduos das áreas verdes, cujo volume de detritos retirados delas totalizou mais de 4,4 mil m³ em 2018, incluindo outros descartes irregulares da população. Esse gasto aumenta, pois além do alto custo para descarte, são necessários equipamentos específicos e trabalhadores.

Na cidade, as áreas com maior reincidência de despejo são: o Bosque Lucas Araújo, saídas para distritos municipais, estradas vicinais, terrenos no Bairro Vera Cruz, Bairro São José, entre outros. Já a coleta de resíduos sólidos urbanos (aqueles que são resultantes de atividades domésticas e comerciais) e domiciliares fica a cargo da Secretaria do Meio Ambiente, que retira das residências passo-fundenses mais de 4,2 mil toneladas de resíduos por mês. Só no último ano, mais de 8,2 milhões foram gastos com os serviços de coleta. Segundo o secretário, a quantidade de lixo produzida por pessoa em Passo Fundo é de aproximadamente 700 g, se mantendo abaixo da média nacional que é de aproximadamente um kg por pessoa.

A Prefeitura através da Secretaria do Meio Ambiente oferece diversos serviços que visam solucionar o problema e boa parte deles são gratuitos. Entre os serviços, encontram-se o descarte correto de pneus, lâmpadas, eletrônicos e recolhimento de animais mortos.

Informações: http://www.onacional.com.br